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No. 106 - Ara Ashland desenvolve resina para o trabalho com vinhaça

Ara Ashland desenvolve resina para o trabalho com vinhaça
HETRON BR 5501 é indicada à fabricação de tubos e torres de resfriamento presentes em usinas de álcool e açúcar

Vinhaça: demanda crescente por etanol deve impulsionar sua produção
 
        Depois de um ano de testes baseados na norma ASTM C581 – e com um bem-sucedido histórico de aplicações de campo –, a Ara Ashland apresenta ao mercado a resina éster-vinílica HETRON BR 5501. Com tecnologia baseada nas resinas DERAKANE® 411 e HETRON® 922, a HETRON BR 5501 destina-se à fabricação de tubos de compósitos usados no transporte de vinhaça fria e quente. Também pode ser utilizada na construção de torres de resfriamento da própria vinhaça, produto corrosivo gerado na etapa final da destilação do álcool.
          “Com a crescente demanda mundial por etanol, todas as novas usinas brasileiras passarão a processar grandes volumes de cana-de-açúcar, acima de dois a três milhões de toneladas por safra. Dessa forma, aumentará consideravelmente a quantidade de vinhaça e, em decorrência, a necessidade de se utilizar tubulações com diâmetros elevados, de 500-700 mm, para transportá-la. O PVC, principal rival dos compósitos, é menos competitivo em diâmetros como esses. A HETRON BR 5501, então, foi desenvolvida para preencher essa lacuna, garantindo ainda uma relação custo/benefício melhor do que as resinas éster-vinílicas tradicionais”, afirma Alexandre Jorge, gerente técnico da Ara Ashland.
          E um dos fantasmas que mais assombram os administradores das usinas de álcool e açúcar é a eventual parada da torre de resfriamento de vinhaça. Quando isso ocorre, boa parte da tubulação de PVC usada no transporte do produto é comprometida, uma vez que o material não resiste às temperaturas superiores a 60 °C típicas da vinhaça. “A chance de isso ocorrer quando se aplica a HETRON BR 5501 na fabricação do tubo é nula”, destaca Jorge. Fora que as famílias DERAKANE® e HETRON® – bases do novo produto da Ara Ashland – contam com mais de 30 anos de aplicações de sucesso no setor sucroalcooleiro. Na Usina Guarani e na Usina Alto Alegre, por exemplo, até hoje operam dezenas de quilômetros de tubulações feitas com essas resinas em 1981 e em 1983, respectivamente.


® Registered Trademark of Ashland, Inc.
Fonte: SLEA Comunicação
O-Tek assume controle da brasileira Newsan
Fabricante de tubos e fornecedora de tanques desde 2007 no Brasil, empresa colombiana entra no mercado de manutenção de tubulações
         A colombiana O-Tek, do conglomerado Inversiones Mundial, incorporou a Newsan, empresa brasileira especializada em reabilitação de tubulações. No país desde 2007, a O-Tek controla a Amitech, maior fabricante local de tubos de poliéster reforçado com fibras de vidro (PRFV), tipo bastante utilizado pelos setores de saneamento básico, agrícola, energético e industrial. Dentro dos próximos meses, a Newsan passará a se chamar O-Tek Serviços Brasil.
          Segundo Gonzalo Arias (foto), diretor da Amitech e executivo da O-Tek, o negócio ajudará a empresa a se transformar na melhor fornecedora de soluções para o mercado de condução de água, esgoto e efluentes industriais. Em janeiro, a O-Tek passou a representar no Brasil a norte-americana CST Industries, que fabrica tanques de aço parafusados normalmente usados para armazenar água potável. “Agora, completamos o nosso portfólio com o serviço de reabilitação de tubulações caracterizado pelo mínimo impacto das
 
obras, o que em inglês se conhece como trenchless technologies”, ressalta. Ao longo dos próximos três anos, a O-Tek planeja levar esse novo serviço aos países latino-americanos onde mantém operações industriais – Colômbia, Argentina e México – e comerciais.
         Além de reabilitar tubos de diferentes materiais, sobretudo a partir de métodos não destrutivos – ou seja, sem a necessidade de se abrir valas no meio da rua para realizar o serviço –, a Newsan diagnostica falhas em tubulações por meio de diversas tecnologias, entre elas, a de circuito fechado de TV. A empresa, fundada em 1997 pelo engenheiro Nuno Barbosa, em Osasco (SP), também presta serviços de limpeza, inspeção e desobstrução de redes de abastecimento de água e transporte de esgoto ou efluentes.
         “Até hoje, fizemos reparos não destrutivos em cerca de 80 km de tubos para companhias públicas e privadas, como Sabesp, Petrobras, Braskem e Nestlé”, descreve Barbosa. Na área desde 1980, sua permanência à frente do departamento de engenharia de reabilitação foi determinante para que a O-Tek concretizasse o negócio. “Com a experiência de Barbosa e equipe, mais a estrutura da
O-Tek, conseguiremos levar a tecnologia de reabilitação de tubos a mercados até então inexplorados”, observa Arias. As quarenta pessoas hoje contratadas pela Newsan farão parte do quadro de funcionários da O-Tek.
          Para Arias, a recuperação do investimento na Newsan deve vir após três anos, tamanha é a sinergia entre as duas empresas. “Até 2015, a prestação de serviços tende a representar 20% do faturamento da O-Tek em toda a região”, calcula o diretor.


Fonte: SLEA Comunicação


Custo de produção é desafio para a geração eólica
Tarifa ainda é um pouco alta se comparada com usina térmica a óleo

Energia eólica: potencial brasileiro pode superar 143 mil MW
 
         Enquanto o Brasil enfrenta entraves para a construção de novas usinas hidrelétricas, a energia eólica surge como uma importante opção complementar o abastecimento. Se num primeiro momento pode parecer mais cara, no longo prazo, ela tende a ser mais competitiva do que a usina térmica a óleo, que tem custo elevado e é altamente poluente. Esta é a opinião do presidente mundial da Alstom Hydro, Philippe Cochet. Com projetos em carteira que somam 45 bilhões de euros, a Alstom é uma das maiores fabricantes do mundo de materiais e equipamentos para geração de energia.
         A Alstom está disposta a investir pesado na energia eólica no Brasil. A companhia já montou um departamento que vai desenvolver projetos eólicos e oferecer pacotes prontos para os investidores. Em troca, a empresa fornecerá equipamentos. O executivo explicou que atualmente o custo da tarifa de uma eólica ainda é
um pouco elevado, cerca de R$ 200,00 o megawatt (MW), contra cerca de R$ 140,00 o MW de uma térmica a óleo.No entanto, segundo Cochet, de um lado a tecnologia está avançando rápido e reduzindo custos dos equipamentos. Além disso, as térmicas a óleo tendem a ter custo mais elevado durante o seu funcionamento por usarem combustíveis derivados do petróleo. Em alguns casos, o custo de operação de uma usina a óleo chega a R$ 400,00 o MW. "Ou seja, a energia eólica é uma fonte complementar à hidrelétrica melhor do que a energia de térmicas a óleo", afirmou o executivo.

Leilão de energia eólica
        O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, anunciou que o governo federal vai realizar em novembro o primeiro leilão de energia eólica do País. Tolmasquim disse que ainda está sendo preparado o edital do leilão que fixará regras, tarifas e volumes de energia. Ele destacou que o objetivo principal é justamente conhecer melhor o mercado potencial brasileiro e dar início a diversos projetos. Para ele, o potencial gerador com energia eólica no Brasil deve ser bem maior do que os 143 mil megawatts (MW) atuais. "Minha expectativa é de que teremos muitas empresas inscritas para o leilão, e que a oferta será grande. O leilão terá a vantagem de revelar o verdadeiro preço da eólica no Brasil", avaliou.


Fonte: Jornal do Comércio/RS

 
Transportadoras descartam repassar corte no diesel para o frete
Setor diz que não tem margem de lucro suficiente

 
         Mesmo com a redução no preço do diesel divulgada pela Petrobras, transportadores rodoviários descartam um possível repasse para o valor do frete. De acordo com o presidente da NTC & Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), Flávio Benatti, o setor não conta com margem de lucro suficiente para reduzir os preços do frete. "Neste momento, não vejo a possibilidade de reduzir o frete, pois o setor ainda tenta se recompor da defasagem", argumentou. Um estudo sobre o aumento dos insumos fez com que o setor repassasse aos clientes um aumento 7,6%, referente aos custos. Segundo a entidade, o diesel responde por 2,9% dos custos. "Passamos por dificuldades para nos restabeleceremos financeiramente", disse.


Fonte: Grupo Intermodal
 
Os primeiros



         A TAC conclui em agosto a entrega das 25 unidades do primeiro lote do jipe Stark, veículo 4x4 que monta em Joinville (SC). Neste lote, estão os carros comercializados no Salão do Automóvel de São Paulo, realizado em outubro passado, e os destinados aos acionistas da companhia. Adolfo César dos Santos, presidente da empresa, projeta
a produção de quarenta unidades nos últimos quatro meses do ano.



Fonte: Auto Data

Construção civil esfrega as mãos

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         A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa Minha Casa, Minha Vida e num ambicioso plano de investimentos das estatais Petrobras e Eletrobras, o setor já faz planos para iniciar um novo ciclo de crescimento, interrompido pela crise mundial no segundo semestre de 2008. O otimismo tem base nos números bilionários dos projetos, que chegam perto de R$ 500 bilhões.

Fonte: O Estado de São Paulo
 
Balanço adoçado

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         A alta nos preços do açúcar motivada pela queda da produção mundial está ajudando o setor sucroalcooleiro a escapar da crise. Nesta safra, pela primeira vez em quatro anos, as usinas estão reduzindo a produção de álcool e destinando mais cana para fazer açúcar. A boa cotação do produto brasileiro, que acumula alta de mais de 50% na atual safra em relação à anterior, vai garantir uma receita extra de US$ 2 bi apenas com as exportações.

Fonte: O Estado de São Paulo
 

ARA NEWS CLIPPING é um informativo que reúne as últimas notícias sobre o mercado brasileiro de compósitos e temas inerentes ao próprio setor, a exemplo dos balanços da indústria química, novidades no reduto de transportes e investimentos na construção civil, entre uma outra série de tópicos relevantes.
Esse informativo é uma das ações que fazem parte da estratégia desenvolvida pela Ara Ashland para o aprimoramento do mercado brasileiro de compósitos.

Para ler as últimas edições do ARA NEWS CLIPPING, acesse www.araquimica.com.br
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Ara News Clipping No. 106 -
 
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