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| No. 110 - Ara Ashland adere ao Twitter |
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A Ara Ashland é a mais nova empresa brasileira a aderir ao Twitter – a primeira, aliás, da indústria de compósitos local. Fabricante de resinas poliéster e viniléster, a companhia também foi a pioneira no seu setor a produzir um informativo eletrônico, o ARA NEWS CLIPPING – é editado desde 2003. “Queremos estar o mais próximo possível dos nossos clientes, por isso valorizamos as ferramentas que aprimoram a conectividade. E o Twitter, sem dúvida, é uma delas”, afirma Rodrigo Oliveira, gerente comercial. Assim como o boletim eletrônico, o Twitter da Ara Ashland trará tanto as novidades da empresa como as do mercado em geral, com ênfase para as notícias sobre os seus clientes. “Ao tratar a comunicação como parte fundamental do negócio, a Ara Ashland mostra que é diferente, pois não se limita a fabricar e vender resinas”, comenta Oliveira. Os interessados em seguir a Ara Ashland no Twitter devem acessar o endereço http://twitter.com/araashland
Fonte: SLEA Comunicação | |
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Apostando alto no potencial do Porto de Suape e nas oportunidades que estão surgindo com a descoberta da camada pré-sal, mais uma empresa desembarca em Pernambuco. A companhia americana Fiber Glass Systems (FGS) confirmou a instalação de uma unidade em Pernambuco. O governador Eduardo Campos e o presidente da empresa, Hossein Arian, assinaram um protocolo de intenções em 06/10, no Palácio do Campo das Princesas. A FGS faz parte do grupo National Oilwell Varco (NOV) e possui sete fábricas, sendo cinco nos Estados Unidos e duas na China. Segundo a companhia, a construção da planta pernambucana terá início no primeiro semestre do ano que vem e o prazo para conclusão dos trabalhos é de 12 meses. |
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| Tubos da Fiber Glass Systems | |
Com R$ 20 milhões em investimentos, a FGS voltará sua produção para o mercado nacional. O Estaleiro Atlântico Sul e a Petrobras, que há 15 anos mantêm relações comerciais com o grupo, se destacam como potenciais clientes. No pico das suas atividades, entre três a cinco anos, a fábrica será capaz de produzir 8.100 metros de tubos por dia e estará pronta para exportar para países da América do Sul e da África.
Fonte: Portal Fator Brasil | | |
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Trocado pelo celular pré-pago, o hábito de parar em um orelhão para fazer ligações em locais públicos caiu principalmente nas zonas urbanas do país. A média de uso dos terminais é decrescente desde a chegada da telefonia móvel e o aumento da telefonia fixa, embora a tarifa seja bastante atraente para o usuário: R$ 0,06 o minuto na ligação para telefone fixo, ante R$ 1,86 no pré-pago. A receita está em decréscimo, mas ainda é bastante significativa para as operadoras. Representou R$ 214,1 milhões no primeiro semestre de 2009 para a Telefônica, ante R$ 233,5 milhões no mesmo período de 2008. Para a Oi, o faturamento foi de R$ 236 milhões no terceiro trimestre, frente aos R$ 248 milhões do mesmo período do ano passado. O número de orelhões caiu 700 mil unidades nos últimos sete anos, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), totalizando 1,1 milhão. A indústria viveu um bom momento em 2002 com a entrada em vigor do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), que impôs a implantação de unidades em localidades com mais de 300 mil habitantes e seis terminais por 1 mil habitantes. Esse número deve crescer um pouco a partir de 2011, com a entrada em vigor do novo PGMU, que prevê a instalação de 8.760 mil terminais de uso público (TUPs) em localidades com baixa densidade demográfica (até 100 habitantes). Empresas como Icatel e Daruma já tiveram uma produção mensal entre 40 mil e 60 mil unidades em 2002 e hoje só atendem o mercado de reposição. As operadoras também gastam muito com manutenção: o número de terminais vandalizados é de 25% ao mês na área da Telefônica e de 14% na área da Oi. A Telefônica gasta R$ 1,6 milhão com reparos mensalmente.
Fonte: Valor Econômico | | |
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Ara News Clipping - 110 -
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