No. 103 - Ashland instala novo sistema de exaustão no laboratório



Ashland instala novo sistema de exaustão no laboratório
Medida faz parte da integração ao Programa Zero100 & Redução de Riscos
Novo sistema de exaustão e ventilação. À dir., Luciano Carlini, gerente industrial da
Ashland
 

         Lançado em 2008 pela norte-americana Ashland, referência mundial em resinas termofixas, o Programa Zero100 & Redução de Riscos privilegia a gestão baseada numa cultura de alto desempenho, nenhum incidente, plena conformidade e diminuição generalizada dos riscos inerentes à atividade industrial. Até o final do primeiro semestre deste ano, todas as unidades da Ashland ao redor do mundo devem se ajustar às suas determinações.
         No Brasil, a Ashland (Araçariguama, SP) investe continuamente para se adequar ao programa. A mais recente medida foi a troca do sistema de exaustão e ventilação do laboratório de análise, qualidade e desenvolvimento. “Instalamos um sistema mais moderno e seguro. Ele evita a exposição dos funcionários a gases que, eventualmente, podem gerar prejuízos à saúde”, explica Luciano Carlini, gerente industrial da Ashland. Toda a análise, então, passou a ser feita em ambientes confinados (capelas) e com mecanismos individuais de exaustão.
         Para mais informações sobre o Programa Zero100 & Redução de Riscos, mande uma mensagem para luciano.carlini@araquimica.com.br


Fonte: SLEA Comunicação
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De cara nova, catamaran Cat 190 já está na água
Embarcação de 63 pés é fabricada com resina DERAKANE® pelo processo de infusão
         O estaleiro Brasil Cat acaba de colocar mais um catamaran Cat 190 na água. A embarcação de 63 pés apresenta algumas novidades em relação ao barco que marcou, em 2006, a estréia da empresa no mercado brasileiro. É o caso do melhor desempenho garantido pela combinação entre casco reprojetado e dois motores Caterpillar, que entregam 715 HP e velocidade máxima de 27 nós. “Também aumentamos em 5 m² o flybridge, totalizando 34 m², e o número de suítes. O novo barco tem cinco, contra três do primeiro, mais as duas suítes para os marinheiros”, detalha Amilton Gutierrez, criador do Cat 190.
         A Brasil Cat é um dos raros exemplos de estaleiros que adotam apenas resina éster-vinílica DERAKANE®, fornecida pela Ashland, na construção dos cascos. Trata-se de um tipo de polímero bem mais resistente do que as resinas de poliéster convencionais – é usado normalmente em aplicações submetidas à constante agressão química, como tubos e tanques de plataformas off shore. “Por que não oferecer um produto de melhor qualidade, mais seguro e durável, com mudanças praticamente imperceptíveis no preço final?”, argumenta Gutierrez. As resinas são reforçadas em determinadas áreas do barco com tecidos de aramida, mesmo produto aplicado em coletes à prova de balas e capacetes de pilotos de Fórmula 1.


 

Cat 190: casco feito com DERAKANE®

     
®Registered Trademark of Ashland, Inc.
Fonte: SLEA Comunicação
   
     
Balanço mundial do setor de compósitos é apresentado na JEC 2009
Setor automotivo lidera as aplicações do material
 
         A indústria mundial de compósitos emprega cerca de 450 mil pessoas, movimenta anualmente 41,5 bilhões de euros e é caracterizada pela diversidade, de acordo com pesquisa realizada pela JEC. O levantamento abrangeu todos os continentes e identificou os cinco principais segmentos: consumidores finais (57%), produtores de matérias-primas (21%), transformadores (9%), fabricantes de equipamentos (8%) e distribuidores (5%).
         Quatro grandes grupos de aplicações dos compósitos respondem por 70% do total do faturamento dessa indústria, com liderança do setor automotivo, que possui 23% de participação, seguido pela construção civil, com 21%. Os outros dois nichos mais importantes, segundo a pesquisa, são aeronáutico (17%) e esportes (11%).
         O estudo indicou que em mercados como a Ásia e o Brasil, a indústria de compósitos crescerá a taxas anuais superior a 10%. Nos EUA e Europa, o mercado já atingiu a maturidade e suas taxas de crescimento anuais acompanharão as médias de elevação do PIB de 4 a 5%. Os segmentos mais dinâmicos em aumento de consumo são energia eólica (20%), aeroespacial (9%), automotivo (7%) e construção naval (7%). A América do Norte detém 40% do total faturado pelo mercado, enquanto a Europa responde por 35%. A Ásia possui 22% e os 3% restantes são distribuídos pelo resto do mundo.
         Os resultados do estudo deixaram Gilmar Lima, presidente da Associação Brasileira de Materiais Compósitos (Abmaco), muito confiante da boa fase do segmento no Brasil. “Analisando a expectativa mundial, vejo que o trabalho realizado no Brasil está no caminho certo. Estamos investimento em cursos, seminários, pós-graduação, programa de reciclagem e qualificação para todos os profissionais. Assim a aplicação dos compósitos continuará crescendo e conquistando novos segmentos”, finaliza.



Fonte: Secco
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Projeto de expansão da Veracel é suspenso
Esse é o quarto projeto da área de celulose adiado com a crise global

Fábrica da Veracel
         A crise financeira global pegou mais um projeto do setor de papel e celulose no Brasil. A Aracruz Celulose anunciou em 18/03 o adiamento dos planos de expansão da Veracel, unidade produtora de celulose branqueada de eucalipto, no sul da Bahia, por pelo menos um ano. Em comunicado, a Aracruz informou que a decisão foi tomada em conjunto com a sócia sueco-finlandesa Stora Enso e que a sua parte do investimento seria de R$ 75 milhões. O projeto previa a segunda linha de produção (Veracel II), com produção anual de 1,4 milhão de toneladas.
         O diretor-presidente da Veracel, Antonio Sérgio Alípio, justifica a medida dizendo que a trajetória de redução nos preços da celulose registrada desde o agravamento da crise mundial, em setembro passado, deverá se estender ao longo do segundo trimestre deste ano. “O mercado continua com forte retração na demanda, por isso a expectativa é de que a queda persista por algum tempo”, disse.
         A presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), Elisabeth de Carvalhaes, afirmou à Exame TV que as empresas brasileiras do setor terão não só dificuldade para crescer, mas para sobreviver. A entrevista completa está neste
endereço.


Fonte: O Estado de São Paulo e Revista Exame


Energia alternativa ganha espaço em novo cenário
Estudo da Booz & Company mostra que Brasil precisa avançar mais em geração nuclear
e eólica



         Para se manter à frente na corrida por energias sustentáveis, o Brasil precisa derrubar alguns mitos e fomentar as cadeias de produção de energia nuclear e eólica, além de investir na nova geração de biocombustíveis, como o etanol e a celulose. Essas são algumas das conclusões do estudo “Energy Shift” (“Virada Energética, em tradução livre), da consultoria Booz & Company, que traçou um panorama do cenário de energia no mundo até 2030.
         O estudo da Booz & Company tem como objetivo dar pistas sobre o futuro da energia, para que empresas de diferentes setores se preparem para as mudanças. “O conselho para o Brasil seria desenvolver as cadeias produtivas de energia eólica e nuclear”, diz Arthur Ramos, sócio da empresa no país. Entre as fontes renováveis, a eólica é a que deve alcançar maior escala, aponta a pesquisa.
         A CPFL Energia, que atua principalmente no Estado de São Paulo, vai investir R$ 320 milhões em pesquisa e inovação até 2013, e parte desses recursos deve contemplar a geração eólica. “Dentro de cinco a oito anos teremos um boom de geração eólica”, diz Marcelo Corsini, gerente de inovação tecnológica da CPFL Energia.

 
Fonte: O Estado de São Paulo
Aço desce a ladeira

         A retração da demanda mundial por aço ainda castiga o setor siderúrgico brasileiro. De acordo com os dados divulgados em 17/03 pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), foram produzidos 1,7 milhão de toneladas de aço bruto em fevereiro, 39% menos que o produzido em igual mês do ano passado – embora 2,3% mais que em janeiro. A Gerdau, uma das maiores siderúrgicas do país, anunciou em 20/03 que suspendeu as operações de sua unidade em Araçariguama (SP), por causa da queda na demanda por aço.

Reprise de 2007

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         O mercado de implementos rodoviários cresceu em 2008. Conforme dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), 54,4 mil unidades (entre reboques e semi-reboques) foram emplacadas, totalizando um crescimento de 35,3% sobre as 40,2 mil de 2007. Nas carroçarias sobre chassis, foram emplacados 76,7 mil unidades, resultado 22% acima do volume registrado um ano antes. De acordo com Rafale Wolf Campos, presidente da entidade, o cenário mais provável para o setor em 2009 é ficar muito próximo aos números de 2007.
 
 

ARA NEWS CLIPPING é um informativo que reúne as últimas notícias sobre o mercado brasileiro de compósitos e temas inerentes ao próprio setor, a exemplo dos balanços da indústria química, novidades no reduto de transportes e investimentos na construção civil, entre uma outra série de tópicos relevantes.
Esse informativo é uma das ações que fazem parte da estratégia desenvolvida pela Ashland para o aprimoramento do mercado brasileiro de compósitos.

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